Palavra do dia 16 de julho de 2026.
Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, o qual é a salvação da minha face e o meu Deus. Salmo 42:11
Me ajuda, Deus: pensamento que externa da alma cansada dos tantos desafios.
Como um rio que corre sobre as pedras sem saber aonde desaguar é a força do homem que luta sozinho, leva pancadas e não sabe para onde ir.
O cansaço domina, a desilusão chega e tudo o que se tem vontade é parar. Mas a vida não dá trégua; se pararmos, ela avança, e nós estagnamos e retroagimos.
Mesmo que afligido no moinho da humilhação e da vergonha, a grandeza está em não deixar as forças ruírem.
É preciso continuar o percurso desafiando a si mesmo. O limite humano se esgota, mas o que jorra da profundeza do âmago não cessa: a essência do Criador. E é isto que precisamos puxar de dentro para fora.
A força Divina que está oculta em nós acende-se quando é ligada a válvula da Fé.
Não é por acaso que nos sentimos pequenos demais diante de inúmeros desafios que nos testam. Tem notoriedade nossa percepção, mas também tem elevada proporção nossa persistência.
Um pouco de cada vez e conseguiremos contornar os mais terríveis obstáculos.
Nada é fácil, mas passível é para quem não se limita ao que vê. Muito maior do que visualizam os nossos olhos é o que pode alcançar a potência da fé.
Às vezes o silêncio de Deus é estridente ao nosso pensar, mas é nestes momentos de aparente isolamento que somos moldados. E esse silêncio, sob o nosso ponto de vista, é exatamente quando Deus trabalha nos bastidores e dá polimento ao secreto para nos fazer entrar em cena e brilhar como os astros que reluzem no Céu.
O sangrar da alma, quando é espremida pela resistência, torna-se o suco que fortifica a estrutura humana.
Não há réplica: se estamos vivos, os problemas nos cercam, mas quando apoiados nos pilares Sublimes — tudo é solúvel. Basta não se suster no que é ou tem, mas no Deus que tudo executa.
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Pra. Elza Amorim

