Pesquisar este blog

terça-feira, 14 de julho de 2026

O confronto que paralisa até os fortes

O confronto que paralisa até os fortes 

Palavra do dia 14 de julho de 2026.


Pois contigo entrei pelo meio de um esquadrão e com o meu Deus saltei uma muralha. Salmos 18:29


Entre todos os confrontos que enfrentamos, os maiores são os internos. Com eles, sim, necessitamos de cuidados redobrados, porque, se perdermos a luta dentro de nós, jamais venceremos por fora.

Nosso maior adversário somos nós mesmos. Se não nos tratarmos com disciplina, ele sai do limite e nos leva ao imprevisível.

Quando perdemos o controle do interior, o externo vira apenas álibi para justificativas infundadas.

Precisamos tratar o nosso eu, permitir sermos moldados para que sejam removidos os excessos, aquilo que causa atrito e danifica a nossa estrutura.

E o único que pode nos lapidar nas nossas profundidades é Deus. Ele nos conhece muito mais do que temos noção. Ele sabe o que está luindo ou obstruindo o nosso intelecto, as nossas forças.

Ele tem o estilete e a agulha precisos para nos rasgar e nos cerzir sem nos danificar.

Ele é o único cirurgião que transplanta sem deixar sequelas, que pega o tecido morto e reestrutura suas células, fazendo a vida fluir.

Tratados por Ele, tornamo-nos refinados, enrijecidos, resistentes a qualquer bombardeio.

Consequentemente, com o homem interior revestido da camada Divina, o homem exterior está preparado para qualquer guerra. Qualquer adversário, por mais forte que seja, vai tombar diante de nós, pois não é a nossa força que peleja, mas o braço de Deus em nossa vida.

Se o conteúdo que atua no nosso âmago for celestial, as batalhas já estão todas sob domínio. 

O que leva ao ápice não são as estratégias humanas, mas a excelência do inaudito. Quando o próprio Deus é a blindagem, um simples seixo neutraliza gigantes. 

É, não é a nossa força, mas o Deus que nos blinda.

*/*/*

Pra. Elza Amorim