Palavra do dia 11 de maio de 2026.
Em meu desespero clamei ao Senhor, e ele me respondeu. Do ventre do abismo gritei por socorro, e tu ouviste a minha voz. Jonas 2:2
Um bom ouvinte torna-se apaixonante. É por isso que sou incendiada por Deus: Ele me ouve e me ajuda mesmo que eu não mereça; Ele me entende apesar dos meus defeitos; compreende-me de uma maneira que nem eu mesma consigo entender.
De forma inexplicável, no Seu silêncio, Ele trabalha em mim e, sem que eu note, modela-me e aprimora-me. Quando percebo, estou refeita; então cresço, respiro e vejo o quanto Ele me assistiu.
Quando pensei estar sozinha, Ele foi fiel companhia. Quando pensei ser o meu fim, Ele deu um toque diferente na minha existência, mostrou-me um novo início, fez-me sorrir e levantou-Se em mim.
Como não se apaixonar por Deus? Só quem O conhece apenas de ouvir falar não entende. Eu aprendi a andar com Ele.
Ele ouve até as mais fracas batidas do nosso coração — o expressar da nossa voz chama Sua total atenção. O Seu olhar se apressa em nossa direção.
Quem é como o SENHOR? Ele se inclina para ouvir os que, com sinceridade de alma, voltam-se para Ele. Deus não é um Pai distante, mas o Ouvinte atento que valida a nossa existência.
O silêncio d'Ele não é Sua ausência; é o espaço da gestação. Tempo em que somos impactados em profunda intimidade com Ele.
Deus trabalha nas 'fundações' da nossa alma enquanto vivemos e respiramos. Sua voz nos inspira, dá-nos coragem para enfrentar as jornadas da vida sem temer.
O silêncio de Deus nos ensina o extraordinário, e aprender com Ele é crescer para a vida eterna.
Quando nos dispomos a aprender d'Ele, o ensino vira fertilizante para o nosso corpo, alma e espírito — Deus é o que nos completa.
Quando existe a vontade de ser lapidado, até o menor detalhe se torna uma lição de grandeza. Deus sonda os corações.
O trabalhar de Deus ou o Seu ínfimo sussurro é para nós de uma grandeza inestimável — diz muito mais do que um dicionário inteiro.
Em sintonia com Deus, as mínimas coisas revelam a Sua presença em nossa vida.
O tocar da brisa suave em nossa pele já é o suficiente para entendermos que a Sua presença nos cerca.
A profundidade da comunhão com Deus não está no volume do que se diz, mas na verdade de quem fala. Deus não é demonstrado por letras, mas quem O tem em si, faz com que as letras O descrevam.
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Pra. Elza Amorim


