Palavra do dia 27 de agosto de 2026
...porque ele disse: Não te deixarei, nem te desampararei. Hebreus 13:5
Enfrentamos situações que parecem ser o nosso fim. Fatos ocorrem que corroem as nossas forças.
A alma chora em segredo para que não seja propagado o infortúnio que lhe sobreveio. Os dias tornam-se frustrantes e o sol, abrasador. As noites derramam com intensidade a sua frieza, entoando com rigidez o seu absoluto silêncio.
Tudo torna-se um indesejável cenário de solidão. E lá se vão os amigos, as promessas de companheirismo, as juras de amor.
Fato: a tristeza é inevitável. Tentamos até sobressair-nos a estes eventos indesejados; no entanto, há episódios que arrancam com ímpeto as nossas forças.
Ficamos vulneráveis. E, como um alpinista esquecido em alto monte, a permanência da vida se torna incerta. Mas romper a barreira do medo, enfrentar o que assombra e encarar o perigo de frente urge. Ou nos ousamos a escalar as montanhas até encontrar segurança, ou morreremos covardemente.
Feio não é tropeçar, mas ficar caído. O que desonra não é ser acertado, mas a omissão por não pelejar.
Mesmo que feridos, é preciso prosseguir. Ainda que se arrastando, os valentes não se entregam.
A vida é tomada por escolhas; decisões são necessárias a todo instante.
Às vezes, o dar errado é porque buscamos fazer do nosso modo. Se pedíssemos a orientação de Deus, não cairíamos em laços.
Por certo: as pessoas ficam ao nosso lado quando lhes é conveniente; se o cerco afunilar, somos deixados sozinhos. Mas com Deus é diferente: quanto mais difícil for a nossa situação, mais Ele quer nos ajudar. E, quando todos se vão, Ele se aproxima de nós, segura a nossa mão e diz: "Não temas, Eu te ajudo".
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Pra. Elza Amorim

